Querido
amigo, seja bem-vindo!
Paz, luz e alegria, em todos os corações!
Um dia, num tempo doce e
especial para a Humanidade, Jesus afirmou convictamente "Sois
deuses!".
Convidava-nos ele, assim, a emergir de nós e de nossas concepções
milenares de seres fadados ao chão e ao pó para a superfície da
esperança e da descoberta, do esforço e da realização, como quem,
por amor, dava asas etéreas à nossa pobre e imperfeita imaginação,
compelindo-nos a sonhar com novas, gloriosas e possíveis situações...
Desde este tempo, o homem não mais refreou a sua capacidade de sonhar e
com ela ergueu toda uma nova realidade política, social e religiosa na
Terra, alterando os panoramas torturados da opressão e da ignorância e
clareando as estradas evolutivas com extraordinário e insuspeitado
vigor.
Mas, revelando-nos a divindade, não esqueceu Jesus de nos orientar
também quanto a nova postura comportamental a ser adotada para
que o sublime poder não se perdesse entre os desvarios da cobiça e da
irresponsabilidade...
Recordando o Mestre, André Luiz, na mensagem desta semana, vem nos
lembrar que possuímos conosco uma força maravilhosa e que habita
em nós qual divindade num castelo.
E nos revela, com o carinho de
sempre, que força divina é essa e como devemos proceder para que ela
realize, efetivamente, as maravilhas para as quais está predestinada...
FORÇA MARAVILHOSA
Vive conosco qual divindade num
castelo...

Sem qualquer medida para a beleza,
impele-nos a sonhar com mundos novos e troféus ideais.

Arrebata-nos a visões gloriosas em que nos pressentimos, de inesperado,
no limiar de eras e esferas ditosas, com a inocência de quem tomou
passaportes no rumo de paraísos ignorados.

Às vezes, adquire as propriedades do estimulante que carrega a pessoa
para os derradeiros pesadelos da audácia, compelindo-a a mentalizar
realizações impraticáveis e, noutras ocasiões, assemelha-se a
entorpecente empolgante engodando a alma com a exposição de cenários
deleitosos, nos quais se sente chamada a usufruir uma felicidade impossível.

Sem ela, raciocínio e sentimento vagueariam, transviados, por falta de
alimento adequado, porém, se age sozinha, atira a razão
para o cálculo desproporcionado e arrasta o coração às zonas
abismais do descalabro emotivo, de onde a mente se transfere com
facilidade para a queda em obscuros compromissos para repetidas
reencarnações de sofrimento e resgate.

Em nós outros, os cultivadores da Doutrina Espírita, encarnados e
desencarnados, semelhante deidade acende cartazes luminosos, anunciando
reinos encantados de ventura fictícia, habitualmente colocando metas e
vitórias antes de esforço e luta.

Lidando, acima de tudo, com esboços e projetos, aliás indispensáveis
a qualquer edificação nobre, costuma embriagar-nos com perspectiva de
conquista sem labor e ascensões sem transposições de obstáculos.

Nesse aspecto usa as belas palavras como sendo cores hipnóticas e as
grande emoções por pincéis fantásticos, imobilizando-nos em
epopéias de ilusão, dentro das quais acordamos, comumente
desalentados, quando não temos suficiente juízo para guardar-nos em
responsabilidade e serviço.

Clareando o plano íntimo, preservamo-nos contra essas miragens que
esbarram em sombra e vazio, porque essa força maravilhosa é a nossa
própria imaginação.

Precisamos dela e nada faremos de proveitoso sem ela, contudo,
disciplinemo-la sobre os trilhos do discernimento e da lógica, porque
imaginação sem obrigação será sempre um espetáculo fascinante na
platéia dos sonhos a exibir-se no palco do tempo perdido.
ANDRÉ LUIZ
(Sol nas Almas, 65, CEC)
Que a sua semana seja
puro brilho e construção, com Jesus!...
Um grande e carinhoso
abraço,
Grupo IDEAL André
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