| Comemoraremos, dia 15/11, o dia da Proclamação da República. A data, para a grande maioria dos cidadãos brasileiros, significa apenas um feriado a mais, um dia de folga aproveitado na praia, no campo ou em casa, em justo repouso, sem que sua importância ocupe o pensamento mais especialmente. o país, em nossa concepção, e com raras exceções, é o presidente, os governadores, os deputados, os senadores... Ocupados apenas conosco, para nós a data e tudo o que lhe seja correlato pertence apenas aos mandatários supremos, a lhe prestar homenagens através de atos solenes que nada dizem ao nosso coração. Mas, ao espírita consciente, é muito importante que se recorde de que o país em que renascemos, e que nos recebe na condição de filhos, conta conosco também para crescer e desenvolver-se, na forma idealizada... Se todos nós nos empenharmos, sinceramente, juntos ergueremos a almejada nação, justa e igualitária, que satisfaça plenamente nossos ideais, esperanças e necessidades. De que forma? Diz André Luiz que devemos expressar o patriotismo, acima de tudo, em serviço desinteressado e constante ao povo e ao solo em que nascemos, pois que a pátria é o ar e o pão, o templo e a escola, o lar o seio de Mãe. Acompanhemos seu pensamento... PERANTE A PÁTRIA Ser útil e reconhecido à Nação que o afaga por filho, cumprindo rigorosamente os deveres que lhe tocam na vida de cidadão. Somos devedores insolventes do berço que nos acolhe. No desdobramento das tarefas doutrinárias, e salvaguardando os patrimônios morais da Doutrina, somente recorrer ao tribunais humanos em casos prementes e especialíssimos. Prestigiando embora a justiça do mundo, não podemos esquecer a incorruptibilidade da Justiça Divina. Situar sempre os privilégios individuais aquém das reivindicações coletivas, em todos os setores. Ergue-se a felicidade imperecível de todos, do pedestal da renúncia de cada um. Cooperar com os poderes constituídos e as organizações oficiais, empenhando-se desinteressadamente na melhoria das condições da máquina governamental, no âmbito dos próprios recursos. Um ato simples de ajuda pessoal fala mais alto que toda crítica. Quando chamado a depor nos tribunais terrestres de julgamento, pautar-se em harmonia com os princípios evangélicos, compreendendo, porém, que os irmãos incursos em teor elevado de delinqüência necessitam, muitas vezes, de justa segregação para tratamento moral, quanto os enfermos graves requisitam hospitalização para o devido tratamento. Diante das Leis Divinas, somos juízes de nós mesmos. Nunca adiar o cumprimento de obrigações para com o Estado, referendando os elevados princípios que ele esposa, buscando a quitação com o serviço militar, mesmo quando chamado a integrar as forças ativas da guerra. Os percalços da vida surgem para cada Espírito segundo as exigências dos próprios débitos. Expressar o patriotismo, acima de tudo, em serviço desinteressado e constante ao povo e ao solo em que nasceu. A Pátria é o ar e o pão, o templo e a escola, o lar o seio de Mãe. Substancializar a contribuição pessoal ao Estado, através da execução rigorosa das obrigações que lhe cabem na esfera comum. O genuíno amor à Pátria, longe de ser demagogia, é serviço proveitoso e incessante. ANDRÉ LUIZ Que a sua semana seja plena de novas decisões e muitas realizações, com Jesus. Um abraço
amigo, Som Midi: "Bachianas Brasileiras" (Villa-Lobos) VOLTAR HOMEPAGE Clique aqui
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